terça-feira, 23 de março de 2010

Árabes

A Arábia antes de Maomé(Mohammed)

Antes de Maomé a Arábia não tinha um governador único, as tribos eram governadas pelas familias mais importantes, o poder era descentralizado, os árabes não tinham uma religião única, mais todos eram politeístas ou seja tinham mais de um Deus.

Um profeta

Maomé ou Mohammed nasceu em Meca , ele era um profeta que dizia ter ouvido do arcanjo Gabriel que havia somente um deus Alá, com isso Maomé resolveu fundar o islamismo. Assim não foi aceito na cidade de Meca, então Maomé partiu para Yatreb.O povo de Yatreb aceitou o islamismo tanto e que mudou o nome da cidade para Medina ou seja cidade do profeta
Maomé partiu para Meca e converteu o povo de Meca para o Islamismo.
Assim o islamismo se espalhou pelos países vizinhos e até por outros continentes.


A Arábia depois de Maomé

Depois de Maomé toda a Arábia se converteu para o islamismo, todos tinham a mesma religião, e passaram a ter um governador único isso e os governadores não eram mais o chefe das tribos mais sim uma autoridade máxima que centralizou o poder, a Arábia entrou em expansão e dominou novas terras em novos continentes.

terça-feira, 16 de março de 2010

O uso econômico dos animais

O uso econômico dos animais

O uso econômico dos animais é um maneira sustentável de se extrair produtos como carne, couro e leite através da pecuária e domesticação de animais.

A domesticação de animais

A domesticação de animais surgiu na pré-história(antes do surgimento da escrita) e o primeiro animal a ser domesticado foi o melhor amigo do homem, os cães.
Após a domesticação de animais para consumo (ovinos, caprinos, suinos, etc) o homem passou a depender menos da caça que era um meio mais difícil e perigoso de se obter alimento esse processo junto com a agricultera levou a sedentarização.
Com o tempo a pecuária evoluiu e passou a ser utilizada para comércio e também ganhou facilidades com a chegada de maquinas.
Atualmente a pecuária comercial pode ser de duas formas: pecuária extensiva( de forma externa, sem cuidados e alimentação balanceada)e a intensiva ( criação de gado com cuidados e alimentação balanceada)que geram a carne de melhor qualidade.

terça-feira, 9 de março de 2010

Climas e biomas brasileiros

Climas do Brasil
Equatorial Úmido
Tropical
Tropical Semi-Árido
Litorâneo Úmido
Subtropical Úmido



O Brasil, pelas suas dimensões continentais, possui uma diversificação climática bem ampla, influenciada pela sua localização geográfica, sua significativa extensão costeira e seu relevo .
São verificados no país desde climas superúmidos quentes, provenientes das massas Equatoriais, como é o caso de grande parte da região Amazônica, até climas semi-áridos muito fortes, próprios do sertão nordestino.O clima de uma dada região é condicionado por diversos fatores, dentre eles pode-se citar temperatura, chuvas, umidade do ar, ventos e pressão atmosférica, os quais, por sua vez, são condicionados por fatores como altitude, latitude, condições de relevo, vegetação e continentalidade.
De acordo com a classificação climática, predominam no Brasil cinco grandes climas:
Clima equatorial úmido, que engloba a Amazônia;
Clima tropical alternadamente úmido e seco, englobando grande parte da área central do país e litoral do meio-norte;
Clima tropical tendendo a ser seco pela irregularidade da ação das massas de ar, englobando o sertão nordestino e vale médio do rio São Francisco;
clima litorâneo úmido exposto às massas tropicais marítimas, englobando estreita faixa do litoral leste e nordeste;
Clima subtropical úmido das costas orientais e subtropicais, englobando a Região Sul do Brasil

Biomas e suas plantas e animais tipicos

Floresta amazônica

Animais típicos:

galo da serra
matamatá(cágado)
macaco barrigudo

Plantas típicas:

castanheira-do-pará
seringueira
bromélia

Cerrado

Animais típicos

ema
tamanduá-bandeira
lobo-guará

Plantas típicas

barbatimão
pequi
buriti

Caatinga

Animais típicos

avoante
suçuarana
lagarto-das-rochas

Plantas típicas

umbu
mandacaru
xique xique

Pantanal

Animais típicos

piranha
jaburu(tuiuiu)
jacaré

Plantas típicas

jenipapo
figueira mata pau
babaçu

Mangues

Animais tipicos

caranguejo
martim pescador
guaxinim

Plantas típicas

mangue-siriúba
mangue-vermlho
mangue-branco

Mata Atlântica

Animais típicos

borboleta
perereca
tiê-sangue

Plantas típicas

pau-brasil
orquídea
samambaiaçu

Pampas

Animais típicos

gato-palheiro
perdiz
graxaim-do-mato


Plantas típicas

erva-mate
aguapé
bromélia gravatá

terça-feira, 2 de março de 2010

A vida na idade média

A Vida na Idade Média

Os habitantes de colônias daquela época dormiam em camas de palha. Havia o comércio e profissões especializadas como ferreiros, comerciantes e camponeses. Nós vamos falar da profissão mais importante para os exércitos: eram os ferreiros.
A vida de um ferreiro não era fácil. Eles eram encarregados de fabricar armas em arsenais, estrutura pra casas e até construir catapultas de guerra.
Os ferreiros não tinham um trabalho fácil, pois naquela época não havia o auxilio da tecnologia,
as espadas eram feitas em lareiras enormes com barras de ferro que eram aquecidas, batidas até obterem o formato de espadas, resfriadas na agua fria e depois afiadas.
Era comum os ferreiros terem problemas de visão, pois como não havia proteção para os olhos, a cinza do carvão poderia levar a cegar.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Castelos

Castelo de Gruyeres


Gruyères está situado numa paisagem verdejante dos Alpes friburgeses. O castelo, um dos mais prestigiosos da Suíça, domina majestosamente a aldeia medieval. O nome Gruyères vem plausivelmente do grou (« grue » em francês ) heráldico. Se bem que a dinastia dos condes de Gruyères figure entre as mais importantes da Suíça ocidental, as suas origens não são atualmente bem conhecidas. Do século XI ao século XVI, dezenove condes são atestados. Michel, o último conde de Gruyères, enfrentou dificuldades financeiras e faliu em 1554. O castelo foi ocupado pelos bailos friburgeses (1555-1798), em seguida pelos prefeitos até 1848. Foi posto á venda em 1849, tornou-se propriedade das famílias Bovy e Balland que permaneciam nele durante o Verão e que acolheram inúmeros amigos artistas. Em 1938, o estado de Friburgo adquiriu outra vez o castelo e fundou o museu. A visita do castelo oferece uma viagem através oito séculos de arquitetura, história e cultura. O rés-do-chão e a imponente torre de menagem datam do século XIII, enquanto o edifício principal foi modificado por volta do século XVI no estilo renascentista. Os interiores barrocos dos séculos XVII e XVIII relembram a época dos bailios friburgeses.

Fonte:www.chateau-gruyeres.ch

Château de Chambord

O Château é composto por uma fortaleza central com quatro torres. A fortaleza também forma parte da fachada, a qual tem uma largura composta ainda por duas torres mais largas. Nas traseiras encontram-se bases para duas futuras tores, mas estas nunca foram desenvolvidas, e mantêm o mesmo nível do muro. O palácio contém 440 salas, 365 lareiras e 84 escadarias.
Os telhados de Chambord contrastam com as massas da sua construção e têm sido comparados frequentemente com a silhueta de uma cidade: mostram onze tipos de torres e três tipos de chaminés, sem simetria, enquadrados nas esquinas pelas torres massivas. O desenho tem paralelo com o Norte da Itália e as obras de Leonardo.

A escadaria em dupla-hélice.
Um dos pontos altos da arquitectura de Chambord é a espectacular escadaria aberta em dupla-hélice que é a peça central do palácio. As duas hélices ascendem aos três pisos sem nunca se encontrarem, iluminadas de cima por uma espécie de farol no ponto mais alto do edifício.
O palácio é rodeado por um parque arborizado de 52,5 km² (13.000 acres) e uma reserva de gamos mantem-no fechado por um muro de 31 km. (20 milhas).
Nunca houve a intenção de proteger o edifício do ataque de qualquer inimigo. Por esse motivo, as paredes, torres e fosso parcial são puramente decorativos, e mesmo naquela época já eram um anacronismo. Elementos da arquitectura - janelas abertas, loggia e uma vasta área aberta no topo and - foram importados do estilo Renascentista Italiano, o que faz deles deslocados na fria França central.